Ficha de Inventário

Festa de São Pedro

  • Museu: Museu Etnográfico da Madeira
  • Nº de Inventário: MEM2016/02
  • Categoria: Romarias
  • Datação: 28 e 29 Junho
  • Contexto Territorial: Vila da Ribeira Brava
  • Caracterização: A festa inicia-se na véspera com a visita e recolha das oferendas pelo "festeiro", que é acompanhado pela banda de música, que toca, agradecendo as dádivas à população. As oferendas são transportadas por voluntários locais e colocadas no átrio da igreja para "arrematação" no dia seguinte. Ao meio-dia do dia 28, inicia-se a festa com uma girândola de fogo. No início da tarde, a banda de música parte para os vários sítios de onde vêm as oferendas, com produtos da terra, bebidas, doces, pão, vinho, animais e dinheiro que são colocadas na copa, para serem “arrematadas” ou para serem vendidas através de rifas. Nos sítios da Fajã da Ribeira e Meia Légua, as oferendas ainda vêm na tradicional charola, espécie de pinha de frutos e legumes confecionada sobre uma armação esférica feita em ferro e arame, na qual se amarram os produtos da terra. Primeiramente colocam no extremo inferior da charola uma abóbora para suportar e equilibrar os produtos e em seguida arruma-se (amarram-se) sucessivamente, em camadas, os legumes e frutas até atingir o cume. É decorada, ainda, com alegra-campo e murta. O seu transporte é feito sob o tradicional pau horizontal, levado antigamente aos ombros por homens, e, atualmente transportado por uma carrinha. Nos sítios da Achada e Pico Banda de Além, as oferendas são atualmente colocadas num barco. As oferendas incluem dinheiro, sendo as notas penduradas num ramo de árvore. Ao fim da tarde, inicia-se a novena, (missa que se faz em honra do Santo que está a ser festejado) que reúne muitos fiéis, altura em que começam a chegar os "romeiros" (forasteiros). Atualmente, nesta noite, organiza-se um cortejo de marchas populares e à meia-noite há a queima do fogo-de-artifício. De todas as festas de São Pedro realizadas na Madeira, a da Ribeira Brava é provavelmente a mais concorrida também pela dimensão e animação do seu arraial. Antigamente os transportes faziam-se muitas vezes por mar. A cabotagem, com ligações a quase todo o litoral, desempenhou um papel fundamental na comunicação entre alguns concelhos. De toda a ilha vinham romeiros de barco para as festas do S. Pedro, na Ribeira Brava. O “Gavião”, o “bútio”, o “Vitória” ou o “Dekade II” foram alguns dos barcos de cabotagem que chegaram a realizar carreiras extraordinárias, para transportar os romeiros que chegavam durante a tarde, aumentando de número pela noite dentro. As bandas de música convidadas também utilizavam este transporte e eram esperadas no cais pela banda da localidade que as conduzia, em cortejo, até à igreja. Na chamada “oitava da festa” - no terceiro dia - era costume os pescadores do concelho de Câmara de Lobos deslocarem-se, em dezenas de barcos, para uma visita à vila da Ribeira Brava, ritual que se mantém até a atualidade. No dia 29 celebra-se a “ Missa da Festa” e depois sai a procissão constando na mesma, atualmente, a imagem do São Pedro, transportada pelos bombeiros, a "barquinha", a banda de música, as crianças que fizeram nesse ano a Primeira Comunhão, as saloias do Espírito Santo, o clero, as diversas confrarias, as entidades oficiais e civis, os escuteiros, os fiéis e os elementos da recuperada dança das espadas. Depois de percorrerem algumas ruas, regressam à igreja para que o padre lhes dê a bênção. Antigamente, neste cortejo processional, a “barquinha”, símbolo dos pescadores, levava no seu interior uma bandeira vermelha, com a designação daquele Santo, em letras douradas, crianças trajadas de marinheiros e algumas ofertas para a Igreja. Atualmente figura no seu interior um rapaz com os trajes de São Pedro. O Elucidário Madeirense fornece-nos uma descrição pormenorizada deste ritual: “a procissão com a sua barquinha e a dança das espadas, constituía o principal atractivo das festas daquela freguesia, mas já há muitos anos se retirou da procissão aquela dança (...) A barquinha guarnecida de flores e tendo dentro alguns apetrechos da pesca, símbolo desta indústria, apareceu no cortejo, visto São Pedro, cuja imagem também aí figura, ter sido pescador, ao passo que a dança das espadas era ao que parece, o último vestígio das muitas folias que apareciam outrora em certas procissões, particularmente na do Corpo de Deus.” (SILVA; MENEZES, Elucidário, III, 203) Levada em mãos pelos homens do mar, esta embarcação antigamente conduzia o cortejo de oferendas de pães, frutos e outros produtos da terra. A “barquinha” chegou a figurar também na procissão de Câmara de Lobos, na festa em honra do mesmo santo. Depois da procissão, realiza-se no átrio da igreja a Dança das Espadas. Esta é executada por sete dançarinos, acompanhados por três músicos: um com rajão, com uma braguinha e um pandeiro. Segundo alguns investigadores, a “dança das espadas”, era conhecida por matachins, designação atribuída a bailarinos gregos que, no século XVI, executavam uma dança guerreira, pelo que a sua origem mais recuada estaria relacionada com essa dança grega a qual, posteriormente, teria sido difundida pelos romanos, que a teriam levado para Itália onde ter-se-ia tornado burlesca. Outros defendem que a designação atribuída seria machatim, uma espécie de palhaço bailarino, que simulava um combate com outros. Outros estudiosos fazem referência à origem árabe da palavra matanachihin que significava mascarado ou disfarçado. João Adriano Ribeiro, historiador madeirense, defende a origem italiana da palavra, e a provável introdução desta dança em Portugal no século XV ou princípios do século XVI. Na Madeira a dança das espadas teria começado a fazer parte de um desfile profano, na procissão do Corpo de Deus, realizada na Vila da Ponta do Sol, próxima da freguesia da Ribeira Brava, organizada inicialmente pelos ferreiros, a qual era acompanhada por alguns instrumentos musicais, nomeadamente gaita, tamboril e pandeiros. Posteriormente, a sua organização foi da responsabilidade do “Rendeiro do Verde” e, mais tarde, do “rendeiro da imposição do vinho”, havendo notícia que teria sido notificado pela Câmara da Ponta do Sol para “deitar a dança das espadas”. Não há dados concretos quanto à data e às circunstâncias em que os pescadores terão começado a realizar esta dança. Contudo, desde finais do século XIX, que há notícias da sua existência nas festas de S. Pedro, na Ribeira Brava, tradição que se terá mantido, segundo testemunhos orais, pelo menos até os anos sessenta do século XX. (RIBEIRO, Ribeira Brava, 117-121) A “dança das espadas” era executada por “sete homens que (…) vestiam calções brancos e véstias vermelhas, e tinham na cabeça barretes verdes em forma de mitra, guarnecidos de plumas e fitas longas, segurando cada um deles com uma das mãos uma espada pelos copos, e com a outra a ponta da espada empunhada pelo companheiro mais próximo. Ao som dum pandeiro, faziam eles diferentes movimentos compassados, passando de vez em quando sob espadas.” (SILVA; MENEZES, Elucidário, III, 203) Atualmente e após um interregno de vários anos, é graças a uma reconstituição feita pelo Grupo Folclórico da Boa Nova, em parceria com o Grupo Folclórico da Ribeira Brava, que os elementos da dança das espadas voltaram a integrar na procissão, nos festejos de São Pedro. Um outro costume caraterizava esta festa e atraia muitos romeiros: os grupos de tocadores castanholas. Tocadas na época natalícia a caminho das missas do parto e do galo, e por altura das festas e romarias nos meses de verão, é na Tabua, freguesia pertencente ao concelho da Ribeira Brava, e em algumas zonas próximas, que estes instrumentos musicais possuem maior tradição. Era habitual naquela freguesia juntarem-se grupos de homens, aos Domingos ou à noite, para construírem castanholas com diferentes formas e dimensões, procurando inovar na forma de tocar e nos resultados acústicos obtidos, rivalizando entre si. Esta rivalidade terá incentivado a construção destes instrumentos, e estará provavelmente na origem do aparecimento de uma maior variedade morfológica, na Ribeira Brava e na Ponta do Sol, concelhos onde estes idiofones de percussão direta adquiriram caraterísticas muito peculiares, como é o caso das castanholas com grandes dimensões, quadrangulares, rectangulares e ovais as ou com formas zoomórficas (galinhas ou cabeças de cão) ou mesmo artefactos originais, como um “avião de castanholas”, da autoria de Alfredo Rodrigues Luzirão, que terá feito sucesso nos anos quarenta do século passado. O autor fez uma réplica deste instrumento que foi doada pelo Escultor António Rodrigues ao Museu Etnográfico da Madeira. Existiram dois grupos de tocadores rivais, que embora constituídos por elementos de diversas localidades, eram conhecidos popularmente por Grupo da Ribeira e Grupo dos Zimbreiros, sendo muitas vezes o adro da igreja palco destes “despiques”. Na década de 40 do século passado, formou-se um grupo, a chamada “Requestra da Tábua”, que atuou em diferentes festividades, fazendo parte do cartaz de animação de alguns eventos, nomeadamente do Arraial de S. Pedro na Ribeira Brava. Recolhida a procissão, procede-se à arrematação das oferendas. A festa continua e quatro homens, segurando uma bandeira e acompanhados pela banda, percorrem todas as ruas, com a finalidade de recolher dinheiro para a festa. Dentro da igreja, é costume beijar o santo “festeiro”, numa espécie de bênção propiciatória, simbolizando a aceitação do seu poder milagroso. Nestes dias a igreja está decorada exteriormente com plantas, nomeadamente o louro, a murta, o buxo e a giesta e o seu interior com alegra-campo e flores da época, costume este provavelmente com origem pagã, pois também se oferecia a Ceres - Deusa romana da agricultura – louro, murta, alecrim e rosmaninho, durante as festas das colheitas. Na véspera, à noite, o frontispício da igreja é iluminado com cordões de luzes que se desdobram em gambiarras ao longo dos caminhos do local da festa. Antigamente a eletricidade para estas iluminações era produzida por geradores volantes ou utilizavam-se fogos naturais de azeite em tijelas coloridas, escamas de cebola, valvas e, embora mais raramente, por meio de velas de estearina dentro de balões de papel. (PEREIRA, Ilhas, II, 488-489) Antigamente a ornamentação do espaço onde tinha lugar o "arraial" (a festa), ou seja, as ruas que circundavam a igreja, era muito bem preparada. Além dos mastros forrados com louro e murta, em diversas localidades confecionavam-se arcos de murta, designados popularmente por “portões”, nas entradas principais das vilas, tradição que se perdeu no tempo. A ornamentação do adro da igreja e vias públicas com bandeiras, os arcos de verduras e flores e os cordões de iluminação multicolor são uma constante dos arraiais em todas as localidades madeirenses, tradição que me manté,, embora as flores de papel confecionadas pelo povo, tenham dado lugar a flores de plástico. É nestas alturas que os fiéis cumprem e fazem promessas. Através das promessas, o crente sente-se protegido na sua vida quotidiana. Depois de paga a promessa, o romeiro entrega-se ao divertimento, o arraial. É o espaço onde se dança e canta, come-se, realizam-se trocas comerciais, namora-se, etc. Uma ou mais bandas de música tocam pelas ruas, fazendo intervalos coincidentes com os grupos musicais e folclóricos. Também existem grupos de tocadores improvisados, que alternam entre si um mote, ou que cantam ao desafio, (despiques), ao som do reco-reco, das castanholas, da harmónica, do brinquinho, do acordeão e de instrumentos de corda, como o rajão, a braguinha, a viola de arame. A este fervor religioso, mistura-se a superstição, sob a forma de ritos profanos e práticas divinatórias, propiciatórias e purificadoras, (crenças, sortes, orações protetoras, criadas pelo povo e que são transmitidas oralmente) relacionadas sobretudo com o casamento, felicidade, saúde e prosperidade. Pelo São Pedro, é tradição uma ida à praia e molhar-se na água “lampa”, que tem o poder de curar doenças e por isso na noite da véspera, são muitos os que vão à praia, para lavar os pés no mar (banhos sagrados que são considerados vestígios de rituais purificadores e profiláticos, de cultos pagãos, dedicados às divindades das águas).
  • Origem/Historial: Nas sociedades agrárias sempre existiram cultos e praticaram-se ritos, associados às forças mágicas, que o Homem julgava controlarem a natureza e a existência humana. Estes rituais de purificação e de apelo à fertilidade estavam intimamente ligados às diferentes estações do ano, nomeadamente as cerimónias de expulsão do Inverno, as de celebração da chegada da Primavera ou as de comemoração do final do ciclo agrícola. Os meses de Verão – Junho a Setembro – época das colheitas, eram meses festivos por excelência. Tratava-se da “recompensa” final pelo árduo trabalho tido ao longo do ciclo agrícola anual sendo, portanto, uma época de plenitude, de alegria, de festa. Muitos destes rituais profanos foram absorvidos pelo Cristianismo, que os transformou em solenidades religiosas, embora sagrado e profano continuem a “conviver” no mesmo espaço, misturados numa amálgama de crenças e rituais. As romarias são celebrações religiosas de invocação divina ou em honra de um santo, patrono de uma localidade ou de um santuário. Distinguem-se das outras festas religiosas pelo caráter de “peregrinação”, do percurso efectuado pelo povo até o local do santuário, antigamente a pé, por caminhos íngremes e atalhos. No arquipélago da Madeira, tal como no resto do país, em todas as paróquias celebram-se estas festas religiosas, as quais são consagradas a Deus, ao Espírito Santo, a Nossa Senhora e aos santos e santas, representados por uma relíquia – fragmento ou objecto – ou por uma imagem. Estas festas têm usualmente a sua origem na crença do povo em lendas populares ou foram introduzidas pelos primeiros colonizadores, que trouxeram consigo os seus santos detentores de poderes milagrosos, tornando-os protetores de determinadas localidades. A sua História, no entanto, reporta-se a tempos muito remotos, a cultos ancestrais e a crenças anteriores ao cristianismo, que se mantiveram apesar das normas oficiais religiosas as terem adaptado e transformado. A construção dos primeiros templos religiosos teve lugar, muitas vezes, na proximidade de antigos santuários pagãos e algumas lendas estão associadas implícita ou explicitamente a antigas divindades. Parece existir efectivamente uma continuidade entre o dinamismo popular que se exprime nas romarias e as formas religiosas que precederam o cristianismo. A localização dos santuários junto dos antigos lugares de culto, as lendas dos santos – e o seu culto – associadas aos elementos naturais (rochedos, mar, fontes, árvores), a permanência de certos itinerários ou gestos rituais, a intensidade do sentimento da natureza que leva o romeiro a ver a sede do sagrado mais na globalidade de um sítio, cuja harmonia aprecia e celebra, do que nos limites estreitos do santuário, a tendência, historicamente atestada pela igreja, para celebrar “junto das árvores” e “no campo”, são elementos que nos obrigam a ler o comportamento dos romeiros em referência a gestos e sem dúvida a complexos rituais abolidos (SANCHIS, Arraial, 325). As romarias realizam-se usualmente aos fins-de-semana e constituem um período de descanso, uma pausa no trabalho quotidiano. Eram organizadas pelos “festeiros”, “mordomos” ou “cabeças”, às suas custas, ou por uma Comissão de Festeiros com dinheiro seu e esmolas dos fiéis ou, ainda, pelas Confrarias. Para ajuda da celebração de algumas festas eram recolhidas durante o ano esmolas espontâneas dos fiéis, em pequenas caixas patentes nas igrejas. Nas dependências de algumas igrejas conservaram-se alguns exemplares dessas antigas caixas, umas de arrecadar e outras de receber esmolas, tendo as primeiras proporções de verdadeiras arcas com ferragens. Quando utilizadas para receção de esmolas, possuíam uma fenda de mealheiro. Algumas serviram também para cofre de confrarias e da fábrica ou administração das igrejas. Os gastos com as festas incluíam os custos com o pessoal necessário às cerimónias do culto, as ornamentações e iluminação do templo, adro e arredores, o fogo-de-artifício e a música do arraial. Era comum os “festeiros” serem emigrantes que vinham à sua terra natal em cumprimento de promessa ou devoção e que ostentavam a sua riqueza com elevados gastos. Inicialmente nas mãos do povo, aos poucos e poucos a “mordomia” das festividades foi entregue pela igreja aos párocos, numa tentativa de sobrepor os rituais sagrados aos rituais profanos, tendo em algumas festas desaparecido a figura do chamado “festeiro”. As romarias possuem traços específicos, por vezes únicos, relacionados com os rituais de carácter religioso (promessas, oferendas ou procissão) ou com os rituais profanos, nomeadamente o arraial. Dois rituais, de caráter religioso e profano caraterizavam a festa de S. Pedro, comemorada nos dias 28 e 29 de Junho, na freguesia da Ribeira Brava: a “dança das espadas”, que era única em todo o arquipélago e a “barquinha”, que saía na procissão, uma homenagem a S. Pedro, santo protetor dos pescadores. Após o seu desaparecimento, estes rituais foram recuperados pelo povo, embora se tenham introduzido, ao longo do tempo, algumas alterações. Foi o caso da “dança das espadas” que depois de um grande interregno, voltou a surgir no adro da igreja matriz, numa reconstituição da responsabilidade do Grupo de Folclore e Etnográfico da Boa Nova e de alguns elementos do Grupo de Folclore da Casa do Povo da Ribeira Brava. São Pedro simboliza o santo patrono dos pescadores. É também o padroeiro dos ferreiros, (porque um anjo livrou-o das cadeias que o prendiam na prisão), dos serralheiros, e dos porteiros (porque esteve a ferros na prisão e detém as chaves do céu). A grande devoção desta freguesia a São Pedro, explica-se pelo facto de antigamente haver muitos pescadores, apesar do santo padroeiro da Ribeira Brava ser o São Bento. Pedro, Apóstolo - Iconograficamente apresenta-se sempre como um homem de compleição robusta, maduro ou velho. Tem barbas fortes e curtas, calvície – ou uma tonsura (foi o primeiro sacerdote da Igreja). Aparece vestido de papa, ou então como apóstolo. Os seus atributos são numerosos: as chaves (dos Céus que Jesus Cristo lhe terá confiado). Podem ser três ou duas ou até uma; A barca, alusão ao seu primeiro ofício de pescador, e também o peixe (implicação de que ele seria um pescador de homens); O galo, sobre uma coluna, lembra o facto de ter renegado Jesus Cristo, conforme vaticinado por Jesus (“Antes que o galo cante, me negarás três vezes.”); As cadeias, com que esteve preso à ordem de Herodes, e depois, em Antioquia e em Roma; A cruz invertida, alusão ao seu martírio. E, ainda, a cruz de três ramos própria dos Papas.

Bibliografia

  • Catálogo da 1ª Mostra de Instrumentos Musicais Populares, Recolha, restauro, construção; Direção Regional dos Assuntos Culturais, Câmara Municipal do Funchal, 1982
  • C. N. PEREIRA, Eduardo; "Ilhas de Zarco", Funchal, Câmara Municipal do Funchal, 1989.
  • SILVA, Padre Fernando Augusto; MENEZES, Carlos Azevedo de, "Elucidário Madeirense", Secretaria Regional de Turismo e Cultura, DRAC, Funchal, 1998.
  • SANCHIS, Pierre, Arraial: Festa de um povo. As romarias portuguesas. Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1983.
  • TAVARES, Jorge Campos; "Dicionário de Santos", Lello&Irmãos Editores,

Exposições

  • Exposição "Vamos à Ribeira Brava"

    • Sala de exposições temporárias do Museu Etnográfico da Madeira
    • Exposição Física
  • Exposição "São Pedro"

    • Sala de exposições temporárias Museu Etnográfico da Madeira
    • 26/6/2001 a 1/7/2001
    • Exposição Física

Multimédia

  • Procissão de S. Pedro.JPG

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