Descrição: A queima do fogo tinha início na véspera da festa, ao meio-dia, com a "girândola de morteiros". Esta era montada num muro próximo da igreja, em local seguro.
As chamadas "salvas" - paus compridos com pequenos orifícios - eram colocadas em cima do muro. Ao longo das "salvas" eram pregados vários paus pequenos, de forma a suspender a "girândola" junto ao muro. Cada "salva" tinha 21 foguetes e é este conjunto de "salvas" que forma a chamada "girândola".
Bibliografia
FERREIRA LÍDIA; Catálogo "A arte da pirotecnia - O fogo preso"; Projeto Acesso às coleções em reserva, Museu Etnográfico da Madeira, Ribeira Brava, Março 2011.
Exposições
Acesso às Coleções em Reserva - A arte da pirotecnia - o fogo preso