Descrição: Depois de montada a estrutura da "girândola", os pirotécnicos estendiam e amarravam a guia ao longo dos paus e colocavam os foguetes nos orifícios, com os "canudos" virados para a estrada.
Os foguetes eram dispostos por ordem sequencial - do Nº1 ao Nº5 - e distinguiam-se pela cor do papel que os envolvia. Quando se tratava de uma "salva de mão" (como foi o caso naquele dia) utilizavam apenas foguetes estes 5 tipos de foguetes.
Por fim a "girândola" era vistoriada, para o pitrotécnico certificar-se que todos os foguetes estavam bem colocados e com os canudos virados para a estrada, de modo a garantir a segurança.
Bibliografia
FERREIRA LÍDIA; Catálogo "A arte da pirotecnia - O fogo preso"; Projeto Acesso às coleções em reserva, Museu Etnográfico da Madeira, Ribeira Brava, Março 2011.
Exposições
Acesso às Coleções em Reserva - A arte da pirotecnia - o fogo preso